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Affective territories : Cartography of aconchego as cartography of power

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Hutta, Jan Simon:
Affective territories : Cartography of aconchego as cartography of power.
In: GeoAtos : Revista Geografia em Atos. Vol. 5 (2019) Issue 12 . - pp. 8-36.
ISSN 1984-1647
DOI: https://doi.org/10.35416/geoatos.v5i12.6581

Official URL: Volltext

Abstract in another language

The paper introduces an affective approach to the study of territory and territoriality. Previous discussions of 'territoriality', it is shown, have commonly focused on symbolic dimensions. Where affect has been addressed, it has been mostly in relation to the 'topophilic bond' of people and territory. Instead, the paper suggests understanding both re-and deterritorialization processes as inherently affective. This draws attention to how a series of affective 'vectors'-including fear and aconchego-intensify or dampen de-and reterritorializations. Moreover, it sheds new light on the formation of capacities of acting in spatial context. To develop this argument, the paper draws on approaches to affect that are inspired by Gilles Deleuze's reading of Spinoza. It then uses the examples of fear and what in Portuguese is called aconchego to illustrate some of the analytic questions thus arising. What emerges is an affective cartography that entails understanding power relations as affective, rendering previous distinctions between 'territory' and 'territoriality' questionable.

Abstract in another language

O artigo apresenta uma abordagem afetiva para o estudo de território e territorialidade. Discussões prévias sobre territorialidade, comumente, estiveram focadas nas dimensões simbólicas, nas quais o afeto esteve relacionado, principalmente, a uma ligação topofílica das pessoas com o território. Em vez disso, o presente artigo propõe o entendimento dos processos de desterritorialização e reterritorialização como processos inerentemente afetivos. Chamamos à atenção para como uma série de vetores afetivos incluindo medo e aconchego - intensificam e abrandam a desterritorialização e a reterritorialização. Além disso, lançamos uma nova luz na formação da capacidade de ação no contexto espacial. Para desenvolvimento dos argumentos o artigo nos baseamos em abordagens do afeto inspiradas nas leituras que Gilles Deleuze faz de Spinoza. Em seguida, utilizamos os exemplos do medo e aconchego para ilustrar algumas das questões analíticas que surgiram. O que emerge é uma cartografia afetiva que implica no entendimento das relações de poder e afeto que tornam as distinções anteriores entre território e territorialidade questionáveis.

Further data

Item Type: Article in a journal
Refereed: Yes
Keywords: Territory; Territoriality; Affect; Topophilia; Fear
Institutions of the University: Faculties > Faculty of Biology, Chemistry and Earth Sciences > Department of Earth Sciences > Chair Cultural Geography > Chair Cultural Geography - Univ.-Prof. Dr. Matthew Hannah
Result of work at the UBT: Yes
DDC Subjects: 100 Philosophy and psychology > 100 Philosophy
300 Social sciences > 300 Social sciences, sociology and anthropology
300 Social sciences > 320 Political science
Date Deposited: 11 Aug 2020 07:30
Last Modified: 11 Aug 2020 07:30
URI: https://eref.uni-bayreuth.de/id/eprint/56405