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Territórios afetivos : Cartografia do aconchego como uma cartografia de poder

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Hutta, Jan Simon:
Territórios afetivos : Cartografia do aconchego como uma cartografia de poder.
In: Caderno Prudentino de Geografia. Vol. 42 (2020) Issue 2 . - pp. 63-89.
ISSN 2176-5774

Official URL: Volltext

Abstract in another language

Este artigo apresenta uma abordagem ‘afetiva’ para o estudo de território e territorialidade. Sabe-se que discussões anteriores de ‘territorialidade’ têm comumente se concentrado nas dimensões simbólicas. Quando o ‘afeto’ e as emoções foram abordados, na maioria das vezes foi em relação ao ‘vínculo topofílico’ das pessoas com o território. Este artigo sugere o entendimento tanto dos processos de reterritorizalização como desterritorialização como inerentemente afetivos. Isso chama atenção para como uma série de ‘vetores’ afetivos – inclusive o medo e o aconchego – intensificam ou atenuam re e desterritorializações. Além disso, projeta uma nova luz sobre a formação de capacidades de agir no contexto espacial. Para desenvolver esse argumento, o artigo se apoia em abordagens de ‘afeto’ inspiradas pelas leituras de Espinosa apresentadas por Gilles Deleuze. O texto também usa exemplos de medo e de aconchego para ilustrar algumas das questões analíticas apresentadas. O que emerge é uma cartografia afetiva que pressupõe o entendimento de relações de poder como afetivas, tornando distinções prévias entre ‘território’ e ‘territorialidade’ questionáveis.

Abstract in another language

The paper introducesanaffective approach to the study of territory andterritoriality. Previous discussions of ‘territoriality’, it is shown, have commonly focused on symbolic dimensions. Where affect has been addressed, it has been mostly in relation to the ‘topophilic bond’of people and territory. Instead, the paper suggests understanding both re-and deterritorialization processes as inherently affective. This draws attention to how a series of affective ‘vectors’ –including fear and aconchego –intensify or dampen de-andreterritorializations. Moreover, it sheds new light on the formation of capacities of acting in spatial context. To develop this argument, the paper draws on approaches to affect that are inspired by Gilles Deleuze’s reading of Spinoza. It then uses the examples of fear and what in Portuguese is called aconchego to illustrate some of the analytic questions thus arising. What emerges is an affective cartography that entails understanding power relations as affective, rendering previous distinctions between‘territory’ and ‘territoriality’ questionable.

Further data

Item Type: Article in a journal
Refereed: Yes
Keywords: Territory; Territoriality; Affect; Topophilia; Fear
Institutions of the University: Faculties > Faculty of Biology, Chemistry and Earth Sciences > Department of Earth Sciences > Chair Cultural Geography > Chair Cultural Geography - Univ.-Prof. Dr. Matthew Hannah
Result of work at the UBT: Yes
DDC Subjects: 100 Philosophy and psychology > 100 Philosophy
300 Social sciences > 300 Social sciences, sociology and anthropology
300 Social sciences > 320 Political science
Date Deposited: 11 Aug 2020 07:40
Last Modified: 11 Aug 2020 07:40
URI: https://eref.uni-bayreuth.de/id/eprint/56407